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O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), precisou de 14 anos para se lembrar da Baixada. Precisou que se passassem nada menos do que 5.040 dias, tempo em que ele passou à frente da Prefeitura do Rio, para que descobrisse que os moradores não só de Mesquita como de toda a região carecem de transporte eficiente.
Está mais claro que a luz solar que a preocupação de Paes é oportunista, atende a interesses eleitorais e se manifesta de forma demagoga. Ao tentar enfiar goela abaixo os ônibus BRT na população, passando por cima da autoridade do estado, Paes deu um tiro no pé.
Tanto que as críticas não param, as mais duras delas levadas ao ar com coragem pelo jornalista Edimílson Ávila, no RJTV, da Rede Globo. “É evidente que a manobra do prefeito do Rio tem motivação eleitoral, mas por coincidência implantada a poucos meses das eleições em que ele pretende se candidatar a governador”, atacou o jornalista.
A opinião emitida no telejornal encontra eco nas ruas da Baixada. Morador de Edson Passos, em Mesquita, Carlos Barbosa não gostou da iniciativa do prefeito do Rio. Ele lembra que nunca viu Paes soletrar o nome da Baixada nos anos em que esteve à frente da prefeitura e diz achar que tudo não passa de manobra eleitoreira. “O Paes deve achar que aqui tem bobo. Que a gente não percebe que ele só agora, com as eleições à vista, resolve se lembrar da Baixada”.
5.040 dias, é o período em que Eduardo Paes levou para aparecer na Baixada, cidades relevantes que influenciam na escolha do próximo governador.


















Respostas de 2
Ja ta em campanha, essa cara é um crápula a linha vermelha ta entregue às traças o mato ta invadindo a pista os retornos mas parece sena de filme de terror, de baixo onde tinha um posto do BPVE está igual um velho brejo.
Palanque eleitoral