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Isso tudo após passar os últimos meses namorando o prefeito do Rio, que deverá ser o principal adversário do nome escolhido hoje por Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro.
“O Luizinho está apavorado com a possibilidade de ficar de fora do comando da Saúde fluminense, onde ele reina há vários anos. Ele sabe que precisa comandar a pasta para se blindar de eventuais investigações. Além disso, ali ele tem milhares de cargos e milhões em verbas”, analisa um deputado federal com base na Baixada, sem se identificar.
Não deverá ser tarefa das mais fáceis emplacar Rogério Lisboa. O ex-prefeito, que, feito marionete, é jogado de um lado para o outro por seu mentor, é tido como um político pouco afeito ao trabalho de rua. Quando esteve à frente da prefeitura da Baixada, preferia ficar o dia inteiro no gabinete e raramente ia falar com a população.
E numa campanha para o governo do estado, avalia-se que a necessidade de um grande engajamento é fundamental.
















