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Desastre da gestão em Petrópolis provoca racha no PP Quem poderia imaginar que o desastre de uma administração municipal pudesse causar tantos estragos? Tudo começou quando Hingo Hammes (PP), um então vereador de baixo clero de Petrópolis, foi ungido para ser candidato a prefeito da mais importante cidade da Região Serrana fluminense.
Elevado à condição de prefeito graças aos esforços de Doutor Luizinho, presidente regional do PP, que bancou a candidatura até o fim, Hingo agora virou o pomo da discórdia dentro da própria legenda. “Ninguém quer ser pai de filho feio, né? O atual prefeito está fazendo uma gestão tenebrosa, especialmente na questão do lixo.
E o cacique do PP está incomodadíssimo com isso, culpando, em parte, o ex-prefeito Bernardo Rossi, outro que bancou Hingo, pela péssima avaliação da população”, conta um analista da cena política petropolitana. Os atritos não são à toa.
Se já enfrenta muita dificuldade em renovar os apoios na Baixada Fluminense, seu reduto eleitoral, por conta de candidaturas fortes que certamente lhe tirarão votos, como a de Renato Cozzolino (Magé) e Jorge Miranda (Mesquita), Luizinho via em Petrópolis a chance de obter os votos que perderá em outras cidades.
Mas, com o lixo tomando conta até de praças públicas nos quatro cantos do município, isso será tarefa das mais difíceis. “Ele (Luizinho) já jogou a toalha. Aos mais íntimos, disse estar arrependido de ter bancado o atual prefeito.

Acho que o PP e a direita correm o sério risco de não eleger qualquer deputado em Petrópolis, seja estadual ou federal, diante de um cabo eleitoral tão ruim”, conclui a raposa. Em alusão ao desastre chamado Hingo Hammes.
A matéria está aberta para manifestação da Prefeitura de Petrópolis.
















